
O diretor-presidente da Adaf, José Omena, disse que a autarquia adotou tolerância zero com a clandestinidade. “É uma questão de saúde pública. O clandestino abate de qualquer jeito, sem nenhum cuidado higiênico-sanitário, colocando no mercado aves potencialmente contaminadas, oferecendo risco aos consumidores, além de competir de forma desigual com o empreendedor legalizado, inspecionado pelo Serviço de Inspeção Estadual (SIE) e que investe para oferecer produtos de qualidade assegurada”, disse o gestor.
O fiscal agropecuário, médico veterinário Leonardo Nogueira Assis, informa que as aves eram abatidas de maneira completamente irregular e mantidas em condições absurdas, com precariedade extrema. “O abatedouro funcionava no fundo de um quintal, em um cenário de terror. O transporte era feito sem a Guia de Trânsito Animal (GTA); e as aves abatidas também eram temperadas para venda ao consumidor final em feiras da cidade. O proprietário foi autuado e o local, interditado”, disse Assis, orientando que a população tenha máximo cuidado com os produtos de origem animal que consome.
Participaram da operação, também, o médico veterinário Fladson Martins e o técnico agropecuário Carlos Petrônio. A população pode contribuir no combate à clandestinidade. Irregularidades na produção, transporte e armazenamento de produtos de origem animal podem ser denunciadas à Adaf pelo AdafOuv, por meio do número (92) 99380-9174 (ligação e WhatsApp).
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