
O inverno de 2025, que vai até 22 de setembro, deve ser mais frio do que nos últimos anos, como costuma ser esperado para a estação. O período é caracterizado por uma menor intensidade de radiação solar, temperaturas mais baixas e dias mais curtos.
No inverno, a luz natural entra em recesso parcial, ou seja, fica mais fraca e dura menos tempo. Nesse contexto, a luz artificial precisa ser pensada com mais cuidado.
"A escolha da temperatura de cor, da posição dos pontos de luz e da intensidade faz toda a diferença, tanto para o conforto visual quanto para a saúde. A luz interfere diretamente no nosso relógio biológico interno. Esse sistema regula funções importantes do organismo, como sono, apetite, temperatura corporal e produção hormonal", explica Joice Oliveira, gerente de marketing da Ourolux.
Quando há pouca exposição à luz natural, especialmente nas primeiras horas do dia, o corpo pode interpretar que ainda é noite. Isso afeta a disposição, o humor e a qualidade do sono.
"Por isso, durante o dia, é recomendado usar luzes neutras, entre 3500K e 4000K, para simular o efeito do sol e sinalizar ao cérebro que é hora de estar alerta. Já à noite, tons mais quentes, por volta de 2700K, ajudam o corpo a se preparar para o descanso, mantendo uma rotina mais natural mesmo com a luz artificial", justifica Joice.
Cada cômodo da casa deve ter uma abordagem própria de iluminação no inverno. A especialista traz algumas dicas para diversos ambientes:
"Para quem busca ainda mais praticidade, as lâmpadas inteligentes são uma solução interessante. Elas permitem controlar a intensidade e a cor da luz pelo celular, criando cenas específicas para diferentes momentos do dia. É possível simular o nascer do sol pela manhã e, à noite, deixar o ambiente mais quente e tranquilo", finaliza.
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