
Em pronunciamento em Plenário nessa quarta-feira (12), a senadora Zenaide Maia (PSD-RN) questionou o fato de só passarem pela análise do Congresso Nacional créditos especiais ou suplementares para despesas com gastos primários, enquanto dívidas com o setor financeiro são resolvidas por decretos.
— O governo tem a previsão de pagar dívidas do setor financeiro, de acordo com o que está previsto no Orçamento deste ano de 2023, R$300 bilhões, R$320 bilhões, mas o que se sabe que provavelmente vai se pagar mesmo, de verdade, são R$708 bilhões. E o que chama a atenção é que para isso aqui, é só um decreto. Mas, para aumentarem os gastos primários em educação, em saúde, em segurança pública, em assistência social, tem que ser aprovado um PLN [Projeto de Lei do Congresso Nacional] — afirmou Zenaide.
Para a senadora, está na hora de o Congresso se posicionar, exigindo que os gastos com a dívida pública “não possam levar metade do Orçamento deste país”.
— Acho que chegou a hora de fazermos com que a população brasileira tenha um olhar diferenciado para onde estão sendo destinado os impostos pagos por esse povo. A gente sabe que pode, sim. Não tem como entregar quase a metade do Orçamento da décima economia do mundo sem nem um questionamento pelo Congresso Nacional.
Senado Federal Projeto prevê que SUS fornecerá abafador de ruído para pessoa com autismo
Senado Federal Damares cobra implementação de cadastro de predadores sexuais
Senado Federal Magno Malta pede urgência para projeto que regulamenta ensino domiciliar Mín. 23° Máx. 32°