
Em pronunciamento no Plenário nesta quarta-feira (3), o senador Izalci Lucas (PL-DF) afirmou que ações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva demonstram um “populismo incendiário" que, segundo ele, já não atrairia mais a população. O senador argumentou que o governo não apresenta “ações concretas” para o equilíbrio das contas públicas e outras medidas de “melhorias urgentes” do país.
— O Brasil de Lula e da esquerda considera que a luta entre o bem e o mal é travada por palavras de impacto e não por ações. Contem quantas vezes o Lula diz a frase "Eu acho". Na verdade, ele não acha nada. Mestre em oratória tosca de um passado cujas palavras o colocavam como um fervoroso defensor dos mais vulneráveis, adotou a linguagem mais clássica do populismo para justificar uma guerra. Lula queria guerra contra aqueles que hoje sabem colocar o Brasil dos brasileiros nos trilhos — disse.
Izalci também fez críticas sobre a postura do presidente da República em relação ao Banco Central. Segundo o senador, Lula “pinta” a instituição como "vilã" da economia do país. O parlamentar enfatizou que, na sua opinião, diversos setores dependem de um BC independente e autônomo.
— Para o empreendedorismo, aqueles que abrem negócios, geram emprego, é o Banco Central de cada país, em todos os países desenvolvidos, que traz o sinal de alerta não só para as oportunidades, mas também para a inflação, que mina a renda das pessoas, e, principalmente, dá o alerta dos perigos que nos cercam como viventes de uma nação — explicou.
Izalci também questionou supostas alianças internacionais de Lula, alegando a posição do presidente sobre a guerra entre Rússia e Ucrânia. O senador voltou a questionar o suposto apoio do presidente a grupos “terroristas e ditaduras”.
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